sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Vale apena a saga do crysis



SAGA DO JOGO CRYSIS
Lançado para computador em 2007, "Crysis" gera reações de amor e ódio nos jogadores. Na época, o game de tiro exigia computadores potentes para 'rodar no mínimo', mas prometia - e entregava - uma experiência visual única para os afortunados que tivessem máquinas capazes de atender seus requisitos de sistema. Hoje, a história é outra: donos de PCs mais modestos conseguem jogar "Crysis 2" e o game também está disponível para os consoles de alta definição - e essa é a maior conquista dos alemães da Crytek.


Sem crise

"Crysis 2" deixa a floresta tropical do primeiro game para trás e parte para a selva de concreto mais conhecida do mundo: Nova York. No jogo, a cidade passa por maus bocados, isolada em estado de quarentena após o surto de uma doença alienígena. Apenas um grupo paramilitar e as forças armadas podem entrar na cidade para acabar com a ameaça. O jogador é um desses soldados, um fuzileiro chamado Alcatraz e, quem diria, a última esperança da humanidade.

Não é necessário conhecer o primeiro jogo para aproveitar a aventura de "Crysis 2", pois a trama gira ao redor de Alcatraz, que logo no começo do jogo é preso dentro da Nanosuit, uma armadura que concede ao soldado super velocidade, força, invisibilidade e mais resistência a ataques. A missão de Alcatraz é encontrar um cientista que sabe como expulsar os invasores, o que não será tarefa fácil: Além de enfrentar uma invasão alienígena, ele ainda tem que lidar com imprevistos, como um grupo paramilitar interessado na tecnologia da Nanosuit.

Os poderes da armadura foram bem encaixados nos controles do PlayStation 3 e Xbox 360, sem alterar o esquema básico dos jogos de tiro em primeira pessoa. Basta um toque de botão para usar as habilidades de invisibilidade e superarmadura. Há vários modos de visão e informações como opções de cobertura, munição e poder de fogo dos inimigos são obtidas ao mapear os arredores com a Nanosuit. Os controles de mira e disparo são precisos e a variedade de armas não decepciona.Mesmo com a vantagem bélica da armadura, Alcatraz está sozinho e é necessário estratégia antes de sair atirando por aí. "Crysis 2" dá diversas opções para encarar os inimigos, como passar furtivamente - e invisível - pelas linhas inimigas, usar coberturas e avançar lentamente ou mesmo dar uma de Rambo e não poupar um soldado sequer. O jogo oferece um sistema tático onde você pode marcar os caminhos a seguir e rastrear os inimigos da área. Só que os adversários sabem do potencial da Nanosuit e trabalham em equipe, se protegem e se adaptam à situação, o que garante um desafio constante e intenso para o jogador.

Na contramão a história se mantém rasa, sem dar ao herói uma personalidade marcante e um papel maior do que seguir ordens, sejam elas de um comandante do exército, um cientista ou até de um soldado raso que tem medo de dar a cara à tapa.

Em todas as 10 horas de campanha solo, Alcatraz vai em frente, sem dar um pio, sem discordar - ele apenas segue as ordens, mesmo que a ideia possa colocar sua vida em risco. Alcatraz nem mesmo faz questão de saber se um dia ele poderá sair de dentro da Nanosuit, se terá sua vida de volta ou coisa do tipo. O soldado poderia ser qualquer pessoa - ou qualquer robô - que não faria diferença para o desenvolvimento do roteiro.

"Crysis" ficou famoso por seus gráficos impressionantes e sua continuação não deixa por menos: "Cryisis 2" é um jogo muito bonito e bem acabado, com grande variedade de cenários. O game vai de ambientes abertos com prédios desmoronando no horizonte a situações em que a claustrofobia ataca e mostra os túneis apertados e escuros do metrô, onde pequenos alienígenas espreitam em meio aos cadáveres. Tudo isso com texturas em alta definição e efeitos especiais muito bem trabalhados. E quem tem uma televisão ou PC capaz de fazer imagens em 3D estereoscópico aproveita ainda mais o visual, já que o game usa e abusa de cenas feitas com este recurso em mente - e são cenas de deixar o queixo caído.

Crise nas infinitas batalhas

Sob um olhar descuidado é possível dizer que o modo multiplayer de "Crysis 2" não tem nada de inovador, copiando elementos de "Halo" e "Call of Duty", mas essa sensação passa logo após a primeira evolução de habilidades especiais e traz uma experiência única para os jogos de tiro em primeira pessoa. A sua atuação no campo de batalha sempre é levada em consideração.

Habilidades furtivas são usadas com mais frequência, mais pontos de 'stealth' são concedidos, aumetando a duração de invisibilidade. Se você prefere usar a armadura e ir para cima de tudo o que está pela frente, mais pontos para absorção de danos serão concedidos. No total são 50 níveis de classificação que vão melhorando as habilidades e as armas disponíveis, o que aumenta muito a experiência online.

A Cryteck elaborou uma forma melhor de recompensar quem elimina mais inimigos em sequência. Para conseguir bonificações como radar e ataques aéreos, por exemplo, é necessário passar por cima de seus inimigos e coletar suas identificações. Dessa forma, quem fica jogando escondido em um ponto do mapa precisa sair de sua zona de conforto - ou ficar sem estas vantagens.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

The Amazing Spider-Man Analise completa


CONSIDERAÇÕES

O retorno do Homem-Aranha para os jogos de mundo aberto, mesmo que apenas em partes, chegou em boa hora. Balançar pela ilha de Manhattan é uma experiência agradável e que vai entreter o jogador com seus belos gráficos e missões variadas.

Entretanto, não é possível fechar os olhos para problemas como o fato das missões principais não serem essencialmente ligadas ao mundo aberto ou a simplicidade dos combates. Até mesmo o número elevado de colecionáveis - e a difícil maneira de encontrá-los - pode espantar qualquer pessoa que tenha a vontade de encontrar todos os itens do game.

Mas, no final, a experiência é muito boa e não deixa a sensação de que estamos jogando um game de um filme – ou o terceiro título de um mesmo estúdio em três anos. “Amazing Spider-Man” é um game que agrada não apenas o mais fervoroso fã de quadrinhos, mas também quem gosta de jogos de mundo aberto com diversas coisas para fazer.
 
INTRODUÇÃO

Balançar entre os arranha-céus de Manhattan sempre foi bacana em um jogo do Homem-Aranha, mas isso foi algo que ficou de fora dos dois últimos games do herói. “The Amazing Spider-Man” marca o retorno da liberdade do mundo livre.

O jogo do estúdio Beenox está intimamente ligado com o filme “O Espetacular Homem-Aranha”, mostrando personagens, relacionamentos e até mesmo detalhes da trama que estão no longa-metragem.

A história mostra um vírus transmorfo desenvolvido pela Oscorp que acaba saindo de controle e se espalha pela cidade. Bem no epicentro do incidente estava ninguém menos do que Gwen Stacy, a namorada de Peter Parker, alter ego do herói mascarado, que deve então fazer estranhas parcerias para salvar o dia.
PONTOS POSITIVOS
Mundo aberto
A Beenox fez um bom trabalho em criar a emoção de balançar entre os prédios da cidade de Nova York. O simples fato de ir de um lugar para outro é capaz de consumir horas e mais horas. Existe um botão para lançar teias e ganhar impulso para ir de um prédio a outro, porém o mais divertido mesmo é fazer acrobacias com o Web Zip, habilidade que permite ao Homem-Aranha disparar uma teia e se jogar na direção apontada.


A cidade é colorida, viva e bonita, com possibilidade de visitar pontos turísticos como o Empire State ou o Central Park . As pessoas se surpreendem quando veem o herói de azul e vermelho dando acrobacias rasantes nas ruas e até fazem comentários sobre o que acontece em uma “rede social” que pode ser conferida nas telas de carregamento.
Variedade de missões
As missões principais são bem variadas: algumas seguem o estilo “siga em frente e derrube todos os vilões”, outras requerem que o Aranha seja mais cauteloso e siga sem ser detectado se arrastando pelas paredes e tetos e até algumas que ele deve fugir de locais em um curto espaço de tempo.

Nas missões furtivas, o herói conta com uma habilidade que lembra “Batman: Arkham City”, no qual ele envolve o adversário em uma rede de teia e o pendura no teto. Já as missões de pancadaria não são tão empolgantes e o jogador deve aturar o modo de combate que é muito simples.

Aliado a isso, a cidade possui uma infinidade de missões paralelas que vão desde enfrentar bandidos comuns, participar de perseguições automobilísticas e até fazer trabalhos de fotógrafo. Isso garante boa sobrevida para o jogo depois de terminar a história principal.

No geral, os jogadores não ficarão entediados e vão conseguir se divertir, seja com missões paralelas, seja com atividades da história principal.
Visual bonito
Para um jogo com mundo aberto e inspirado em um filme, “Amazing Spider-Man” surpreende pela qualidade dos gráficos. De cima do maior prédio da cidade é possível ver a ilha inteira sem o manjado recurso de névoa que esconde as coisas que estão muito longe – e isso é muito legal.

Claro que quem procura acha, como algumas texturas em baixa resolução, principalmente no nível do chão, mas isso é até compreensível, tendo em vista que o game foi feito para ser visto de cima dos prédios gigantescos.

O uniforme do Aranha se rasga conforme ele apanha e sofre danos. E isso fica evidente em lutas contra os robôs gigantescos que percorrem nas ruas da ilha.
PONTOS NEGATIVOS
Mundo fechado
O tal mundo aberto de “Amazing Spider-Man” empolga, mas é também uma farsa. Ele serve apenas como ligação entre uma missão principal e outra. Existe muita coisa para ser feita na ilha de Manhattan, mas a grande maioria é de atividades que não estão relacionadas com a trama principal.

São poucas as ocasiões nas quais o Aranha sai de uma fábrica ou laboratório para combater o crime nas ruas. E mesmo assim, isso ocorre apenas em batalhas contra robôs gigantes e outros momentos-chave. A impressão que ficou foi que a cidade tem uma vida à parte, alheia de tudo o que acontece nos cantos obscuros da Oscorp.
Combate simplista
A série “Batman: Arkham” elevou o nível dos jogos de super-heróis. Agora existe uma demanda por um combate mais refinado e variado e foi justamente nisso o que a Beenox falhou em entregar.

Eles até tentaram copiar o sistema de batalha, colocando o sentido aranha para avisar o momento para se esquivar de um golpe, um botão para contra-ataque, outro para soco e até mesmo um ataque especial. Mas faltou o refinamento, a variedade e a complexidade que estão presentes no game do Homem-Morcego.

O combate se resume a esmagar o botão de soco, se esquivar de vez em quando e, quando as coisas estiverem complicadas, existe um comando para o Aranha fugir e recuperar a energia.
Colecionáveis demais
Em todos os cantos de Manhattan existem páginas de histórias em quadrinhos e a recompensa por pegar todas vem em forma de revistas clássicas que podem ser lidas na íntegra no menu principal. Entretanto, os produtores perderam a noção da quantidade de itens espalhados pelo cenário.

No total são 700 páginas que estão nos tetos dos arranha-céus, sobrevoando pela cidade ou nos becos. Este número é exagerado e somente os fãs mais ardorosos vão ter paciência para encontrar todas – ou os caçadores de conquistas e troféus.

Hitman Absolution analise


"Hitman Absolution" marca o retorno do Agente 47. O assassino embarca em um novo confronto após ser traído por aqueles nos quais confiava, colocando-o em uma luta contra a polícia - tudo isso em um mundo corrupto e bagunçado.

"Pela primeira vez estamos levando Agent 47 a uma jornada pessoal que nos permitirá explorar outras partes da fantasia de 'Hitman'.

Essa experiência será significativa e mostrará algo que nosso assassino irá experimentar como nunca neste novo mundo", disse Tore Blystad, diretor do jogo.

"Hitman Absolution" chega em 20 de novembro, com versões para PlayStation 3, Xbox 360 e PC.

Madden NFL 12 analise


Fãs do esporte têm motivos para comemorar nesta última semana de agosto: chega a quase todos os consoles da praça o game "Madden NFL 12", edição deste ano do título oficial da temporada de futebol americano.

Como de costume, elencos aparecem atualizados, gráficos refinados e animações ainda mais convincentes - todas utilizando as mesmas técnicas da série "FIFA", o que já dá um gostinho do que veremos na franquia de futebol.

Fora isso, outro título de destaque é "Bodycount", produzido pela Codemasters e comandado por Stuart Black, que concebeu o frenético"Black", que marcou época no PlayStation 2 e Xbox com tiroteios intensos.

Veja a lista dos jogos que serão lançados nos EUA nos próximos dias:

DS
. Burger Bot
. Hoppies
. Junior Mystery Stories
. Junior Island Adventure
. Veggy World

Wii
. Get Fit with Mel B
. Madden NFL 12

PC
. World of Tanks

PS2
. Madden NFL 12

PS3
. Air Conflicts: Secret Wars
. Bodycount
. Madden NFL 12

PSP
. Madden NFL 12

Xbox 360
. Air Conflicts: Secret Wars
. Bodycount
. Madden NFL 12

Sleeping Dogs analise


Faltando menos de uma semana para o lançamento de "Sleeping Dogs", a Square Enix revelou alguns detalhes da versão para computadores, como a possibilidade de usar múltiplos monitores enquanto roda o game.


No PC, o jogo  terá também suporte a texturas em alta resolução. Aqueles que comprarem o game no Steam até o dia 14 de agosto, data de lançamento de "Sleeping Dogs", pagarão apenas US$ 44,99 (10% de desconto).

Veja a seguir os requisitos mínimos e recomendados para rodar "Sleeping Dogs":

O QUE VOCÊ PRECISA PARA RODAR O JOGO
Item  Mínimo  Recomendado
Sistema Operacional  Windows Vista ou Windows 7  Windows 7 de 64-bits
Processador  Core 2 Duo 2.0 GHz ou Athlon X2 2.4 GHz  Processador de quatro núcleos
Memória  2GB  4GB
Placa de vídeo  GeForce 8800 GT, Radeon 3870 ou outras compatíveis com DirectX 10 e 11 GeForce GTX 560, Radeon 6950 ou outras compatíveis com DirectX 11
Espaço em disco  15GB  15GB
Som  Compatível com DirectX  Compatível com DirectX
Ver em tamanho maior
True Crime


Pegas em Hong Kong

Revelado no Video Game Awards 2009, da Spike TV, "Sleeping Dogs" - que se chamava "True Crime: Hong Kong" antes de ter seus direitos adquirido pela Square Enix - explora o conceito de mundo aberto, típico da série "Grand Theft Auto", e coloca o jogador no controle do policial oriental Wei, versado tanto em artes marciais como no uso de armas de fogo.

Estão confirmadas missões de perseguições utilizando veículos ou correndo entre civis nas ruas de Hong Kong. Uma das novidades do game é que agora o protagonista pode fazer contato com mafiosos, atraí-los para algum lugar e transformá-los em reféns para facilitar algumas negociações.

"Sleeping Dogs" vem em versões para PC, PlayStation 3 e Xbox 360.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

CRYSIS 3



OLA GAMERS Tudo indica que o próximo jogo da Crytek será Crysis 3. Depois de uma imagem descoberta online na loja Origin da EA GAMES, esta foi removida imediatamente depois de ter sido publicada por vários sites. Em relação a Crysis 3 não há muito a dizer. Existe uma arte/imagem que podem ver em baixo Pela imagem conseguimos ver um pouco de um edifício destruído, arte semelhante a Crysis 2. Será Nova Iorque novamente o palco deste novo jogo? Em baixo deixo-vos a imagem capturada antes de ser removida, da pré-reserva de Crysis 3 na Origin.

RESIDENT EVIL 6



De acordo com o site 1UP, citando o produtor Jun Takeuchi, o sucessor de "Resident Evil 5" será um novo começo para a série. Por ora, o japonês não detalhou como o game vai mudar depois da edição que está para chegar aos Estados Unidos em 13 de março.


A franquia fez sua estreia no PSOne em 1996 e popularizou o subgênero hoje conhecido como horror de sobrevivência. O game manteve sua ação cadenciada e controles do tipo "tanque" até a chegada de "Resident Evil 4", que apostou em mais liberdade de ação, principalmente para os tiroteios, além de trazer mais dinamismo.

"Resident Evil 5" promete seguir as mudanças introduzidas pelo seu antecessor direto, que ficou com muito mais ação. O game traz mais esquema de controles: alguns são baseados no antecessor, mas também já configurações que lembram a de um jogo de tiro em primeira pessoa.

Dando continuidade à dinastia de mulheres fortes na franquia - Jill Valentine, Rebecca Chambers e Ada Wong são algumas dessas heroínas -, "Resident Evil 5" apresenta uma nova personagem: Sheva Alomar, agente da mesma organização à qual pertence Chris, a BSAA. De ascendência africana, ela é bela e perigosa, com inteligência apurada e vasto treinamento em armas de fogo, além de ser exímia lutadora. A agente aparece usando ao menos três armas diferentes, entre pistola, espingarda do tipo "shotgun" e rifle de precisão.

Em nota relacionada, Takeuchi, agora falando para o site MTV Multiplayer Blog, afirmou que a demonstração jogável de "Resident Evil 5" foi baixada mais de quatro milhões de vezes, juntando as versões para Xbox 360 e PlayStation 3.

GTA 5 PREVIEW




Temos um avião nessa tela. Não tínhamos aviões em GTA IV, para tristeza dos fãs de longa data. Será que poderemos pilotar um avião pulverizador? Talvez. Mas mais interessante é a ideia de que esse jogo vai explorar, de alguma forma, o trabalho dos imigrantes, o que parece que é o que estamos vendo aqui. Imagine se pudéssemos jogar como um deles... e ele fosse um imigrante ilegal? isso, porém, é só especulação.



Será esse o nosso herói? Ou um dos personagens jogáveis em GTA V? O novo trailer não confirmou nem desmentiu o rumor de que o game trará vários protagonistas, mas ele deixa subentendido que pelo menos esse cara será um dos que poderemos controlar. Alguns acham que esse é Tommy Vercetti, o personagem principal de GTA: Vice City. Eles também acham que o dublador que narra esse trailer é Ray Liotta, que dublou Vercetti. Não temos certeza.



A placa de "desconto de 70%" do lado esquerdo da imagem é uma de várias referências que o trailer faz ao fato de que a economia na Los Angeles de GTA V está ruim. Parece que temos um jogo sobre recessão, pessoal - a situação dos EUA de hoje que muitos criadores de videogames vêm ignorando





Há duas coisas a se reparar nessa tela. A a placa de "Muscle Sands" é uma de várias referências que o trailer faz a Los Santos, a versão ficcional de Los Angeles usada pela primeira vez em San Andreas. É seguro presumir que a cidade continua com o mesmo nome em GTA V. E os pesos... San Andreas permitia que os jogadores ficassem gordos ou musculosos, transformando o físico do personagem ao seu gosto. Não havia nada disso em GTA IV. Será que essa mecânica estará de volta?





O refrigerante chamado eCola. Ele é Deliciosamente Infectante! E ele também estava em GTA IV, o que sugere que estamos no mesmo GTA-verso no qual Niko Bellic e outros astros do último GTA da Rockstar se passou.





GTA IV se passava em uma cidade. E apenas na cidade. Esse trailer tem pessoas subindo montanhas, um sinal de que podemos estar indo na direção da grande Mãe Natureza. Da última vez que a Rockstar ambientou um GTA na Califórnia, em San Andreas, eles permitiram que os jogadores subissem montanhas e atravessassem desertos e florestas, então um componente florestal seria cabível.





Veja só, é a Hollywood do mundo de GTA. Não estamos em Los Angeles - estamos no playground da Rockstar.



Não há como haver um GTA sem policiais e perseguições. Aqui temos uma viatura e um helicóptero indo atrás de um cara que entra em um beco.




GTA IV foi, relativamente falando, menos escandaloso que os outros TA. Se você está se perguntando o quão chocantes as coisas podem ficar nesse jogo - se eles vão dar aquela forçada de barra - repare que o Jetski aqui é chamado SpeedoPhile 2000. Quase "Pedófilo 2000".




O trailer tem um avião pulverizador. Tem um jatinho particular. E também tem isso: um caça militar. Se os aviões ão estiverem de volta em GTA V, a Rockstar vai desapontar muitos fãs. Eles literalmente colocaram as expectativas lá em cima.



Já entendeu? A economia nesse jogo vai mal, mal mal.



As prostitutas parecem estar de volta, o que não é nenhuma surpresa dado a sua presença na maioria dos GTA.




Outro sinal do uma economia ruim. Casas em Los Santos sendo colocadas à venda. Mesmo em GTA, o mercado imobiliário parece estar bem ruim.




Pobres morando embaixo de uma ponte. Outro sinal de recessão?




Esse caminhão do Up-N-Atom Burger é uma paródia à lendária rede de lanchonetes In-N-Out da Califórnia. O logo também é parecido.



Nossa segunda placa que parece incluir os dizeres "San Andreas".



Há muitos dirigíveis nesse trailer. Ou talvez seja o mesmo dirigível passeando pela cidade. Em qualquer caso, há um dirigível. E se ele está lá, talvez consigamos chegar lá também.



Não há muitas armas no trailer. Nem muita violência. Mas aqui está uma delas. Fora isso, outra referência a Los Santos.




Aqui temos a Interestadual 5, uma estrada que conecta Los Angeles a San Francisco na vida real (e vai lá até o México). Ela também é chamada de "Los Porta Freeway", mas aqui talvez seja um sinal de quão longe poderemos dirigir no jogo.



Se esse trailer estiver rodando na engine do jogo (e, novamente, isso é do feitio da Rockstar, apesar de ninguém ter confirmado nada), os detalhes nesse pneu são impressionantes.



Veja a placa do carro. Ela está meio borrada, mas com certeza está escrito "San Andreas", o nome usado em GTA para se referir ao estado fictício que incluía partes da Califórnia e de Nevada e suas versões de Los ANgeles, San Francisco e Las Vegas.





Próximo ao começo do trailer vemos um cachorro em uma praia. Se esse trailer estiver rodando na tecnologia de gráficos do próprio jogo - o que não seria incomum, vindo da Rockstar - então podemos presumir que haverá animais no novo GTA. Cachorros, pelo menos. Havia pombos em GTA IV, mas fora isso os outros episódios tinham poucos animais (ou pelo menos não consigo me lembrar de nenhum). O cachorro pode ser só parte de uma cut-scene, mas ficamos doidos pensanso nessas possibilidades. Cães policiais. Cães de estimação.


A maior produtora de games do planeta está com todo poder de fogo ao seu lado, principalemente por ser detentora da nova tecnologia de captura facial (L.A NOIRE) que estará presente com toda certeza nesse novo capitulo da série, pra quem tem mente franca e precisa tomar uns comprimidos de genki biloba aqui vai o que eu estou descrevendo: